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Mostrando postagens com o rótulo I'll never know her name...

I'll Never Know Her Name

Dia de ensaio, chegando com o case da guitarra já observei três moçoilas (duas delas bem gostosas) numa adega com um idiota cantando mal com aqueles violões elétricos que eram modinha no final dos anos 90, a morena de branco já deu aquela encarada, já pensei, é o efeito da guitarra. Depois de duas horas de ensaio, estou do lado de fora aguardando os procedimentos burocráticos e a morena passa desfilando sua bunda perfeita e olhando de canto de olho. Conversamos mais um pouco e fomos embora passando novamente pela mesa das gostosas e a morena olha me secando fortemente! Dou aquela piscada de olho e vou embora pensando "yeah, she's hot, but I'll never know her name".

The Fatty

Era final da década de 90, eu estava com 20 e poucos anos, no auge da minha performance sexual mas sem a astucia que me é peculiar nos dias de hoje (se eu tivesse o desempenho dos 20 e a lábia dos 30 ia comer geral ainda mais!!). Era um boteco/boate de Taguatinga, chamado "Sossega Madalena", o lugar tinha uns 4 ou 5 ambientes onde se tocava todo o tipo de música ruim (um era sertanojo, o outro eletrônica, num terceiro forró, no quarto axé e no quinto eu não faço idéia), as pessoas que frequentavam o lugar eram em sua maioria muito feias, mas, as vezes rolava uma gostosinha ou outra. Lá estava ela, toda gordinha e excrota, e lá estava eu bêbado que nem um gambá e cercado de amigos filhos da puta. Incentivaram e eu fui pra cima. Imagina a cena, o troço deu tão certo que eu levei meus amigos de volta pra Asa Sul e depois voltei pra Taguá pro apartamento da mina, lógico que antes passei numa famácia pra comprar umas camisinhas, não devia. Chegamos no apartamento dela e estava...

Reveillón de 200x...

Era de 31 de dezembro de algum ano da primeira metade década passada... Trabalhei até o meio dia e a convite do meu brother Sebastian Bach do trampo fomos para o boteco tomar uma. Ficamos no boteco das 12h30 até umas 20h. Na melhor clima de bebum, o brother me chamou pra passar o reveillón na casa dele, pq ia rolar um frevo lá. Chegando lá, aquele tanto de cerva, muito forró, funkzao baixaria, mulheres de shortinho, calças apertadas, barrigas de fora e mais alguns brothers com a erva em evidência daquele período. As pessoas com o maior nível educacional deveriam ser o meu e o do brother.. que estavamos por terminar a faculdade. Acho que até por conta disso, éramos os mais barões da parada devido aos nossos cargos de nível superior incompleto.  E aí que foi massa. A mulherada querendo dar de toda forma, esfregando a bunda na nossa cara, literalmente. Lá pelas 23h eu já tava muito louco mesmo e já não conseguia ficar em pé. Estava sentado e a mina esfregando o bundão na minha car...

Co-Ed bitch

Era início do século XXI, numa das festas universitárias, estavamos eu, Away e mais um head que é head demais para escrever aqui... Típico comportamento padrão daquela época, fumamos um e fomos ver alguma banda ou alguma outra merda que tava rolando na festa. De repente, chega uma mina e fala algo que não  lembro. Só lembro de olhar pro Away com aquela cara de WTF... mas ele também não sabia do que se tratava. Bem, como naquela época eu tava pegando geral (bons tempos), pensei que era da vibe mesmo, chamei a mina num canto. Como tava doidão, nao falei nada. Só olhei para ela e sorri. Ela olhou e sorriu. Nos beijamos. Falei que tinha que vazar pq meus amigos íam se perder mim. Como não perguntei o nome dela... I'll never know her name...

I'll never know... She smells like teen spirit!!

Lá estava eu, sentado no buteco quando de repente o Away aparece. Chapeuzinho estiloso, senta na mesa e avisa: vou tocar no pub aqui do lado, por que você não cai pra lá depois da cerva? Respondo prontamente: se aquela ninfetinha que tá sentada ali do outro lado for, sem sombra de dúvidas que eu apareço. E foi assim durante parte da noite, cervejas pra dentro, poucas trocas de olhares, ela se levanta e ruma para o pub, e eu, sem pestanejar, fui atrás. Chegando lá percebi que conhecia todo mundo da banda, do tecladista ao baterista, passando pelo baixista e o Away , legal, minha chance. Virei pro batera e falei: e aí, posso dar uma canja? Claro que ele não negou. A noite transcorreu e eu esperei o momento da canja, iria usar minha performance para puxar assunto com a ninfetinha gostosa que não parava de trocar olhares comigo, e o grande momento chegou, o problema é que quando subi ao palco, não consegui localizá-la, enfim, onde ela estava? Tinha ido embora... se serve de consolo,...

yah...i´ll never know

Away no palco com sua tradicional guitarra em volume tão alto que cobre todos os outros instrumentos - segundo o vocalista. Nessa banda, eu fico no meio do palco, o vocal/guitarra base fica à minha esquerda e o vocal/baixista fica à minha direita. A casa estava lotada. Lá em baixo, à direita, sentada numa mesa com um casal, estava a garota "i´ll never know her name". Uma gata, linda, e nem lembro mais o sinal que tive pra começar a interagir com ela do palco. Já peguei um solo, virei a guitarra pra ela e mandei ver. De repente aparece um macho e senta do lado dela. Pensei..."fudeu, que merda". Mas, saquei que não era o namorado... ou, pelo menos era tão moleque que não assumiu uma posição de namorado quando sua namorada estava sendo assediada pelo guitarrista da banda. Então, a interação continuou. Faltando uns 20 minutos pra acabar, vejo ela lá na fila de pagar a conta. Fiz com a cabeça tipo "e aí? como assim? achei q tava curtindo!" Ela respondeu c...

I'll never know her name...

"Taaaakkkeeeeee my haaaandddddd, we're off to never never laaaanddd"... Nessa hora eu entendi o poder de Enter Sandman, o poder de deixar as pessoas ensandecidas. Passou quase o show inteiro do meu lado, ou a minha frente, lá estava ela, linda, alta, esguia. E eu passei quase o show inteiro babando por ela. Cabelos levemente avermelhados com um castanho claro misturado a um loiro escuro. Meu número em todos os sentidos, cantando todas as músicas do Metallica. Era 10 de junho de 2012, devia ser umas 11:30 da noite, já estava escuro, quando ela pegou na minha mão e eu vi em primeira mão aqueles enormes e lindos olhos azuis. Ela gritou comigo enquanto James berrava: "Take my hand!!". Eu estava em êxtase, e não deu tempo nem de perguntar o nome dela... Se tivesse tomado umas provavelmente tinha abraçado-a depois do momento e perguntado o nome, mas, não fiz, ou seja, eu nunca vou saber o nome daquela princesa britânica...

I'll never know her name...

Lá estava eu, em pé, meu amigo virou e disse: Se alguma mina virar pra você e falar essa paradinha em francês, quer dizer que ela quer dançar contigo, daí se tu quiser é só balançar a cabeça, ok? Enquanto isso eu vou dançar com minha prima. Falou!! Era 1994, eu tinha 16 anos, estava em outro país e lá as matinês ainda tinham o momento da música lenta. De repente, ela, o clone adolescente da Sharon Stone se aproximou de mim, com aqueles olhos verde-esmeralda ela me perguntou: " Tu veux danser ? ". Claro que eu assenti com a cabeça rezando para que ela falasse inglês e fui dançar. Com 30 segundos ela olhou pra mim e disparou a falar em francês, com cara de sem jeito eu perguntei: I'm sorry, but do you speak english?. Ela fez a negativa com a cabeça e começou a falar alemão. Sem graça disparei: português então nem fudendo né?. Claro que não... ficamos ali dançando até as músicas lentas acabarem e nos despedimos... Se fosse hoje em dia tinha lascado logo um beijo e pux...