quarta-feira, 25 de janeiro de 2017

Underworld Prophecies

O sétimo filho do sétimo filho, nascido em uma noite de lua cheia, pera lá, profecia errada. Se bem que o que eu vou falar não é bem uma profecia, mas achei a palavra e o contexto dela legal e resolvi usar. Lógico que pensei em falar "Profecia Anal" ou "Submundo Anal", e até mesmo "Profecia do Submundo Anal", mas na verdade não tem profecia nenhuma, tá mais pra excrotisse mesmo, essa excrotisse padrão cabeciana que nos é tão peculiar. Acontece que todos os cabeças (e a maioria de seus amigos) tem uma atração inexplicável pelo submundo, um fetiche mesmo, que faz com que, de tempos em tempos (depois que fiquei velho), eu seja obrigado a atender a esse chamado das trevas, esse ímpeto insano de cair no submundo de cabeça (olha o trocadilho) e fazer todas as merdas possíveis. E dessa vez isso ocorreu nesta semana, quando a patroa resolveu dar uma espairecida nas praias do Nordeste.

Segunda-feira, eu e o jovem Away rumamos para a casa do Metal Mohammed, como já foi dito aqui em posts passados, cada cabeça tem um vício, Metal se amarra em álcool, Away em entorpecentes ilícitos, e eu, bem, eu me amarro em puta. Na casa do Metal começaram os preparativos, tomei duas taças de vinho enquanto Away mandava um karatê kid. Foi assim durante umas duas horas aproximadamente, até que eu e Away nos mandamos para o puteiro. Aqui cabe um parênteses, como o jovem Metal é de Deus, ele não curte esses lugares, vai entender, poder se alcoolizar, usar todo e qualquer tipo de entorpecente e comer geral pode, puta não pode, enfim...

Chegando lá caía uma chuva excrota, mas excrota MESMO, e o lugar estava as moscas, tinha duas putas que eu comia uma e o Away a outra (e ainda disse que a que eu comia tinha a cara excrota) e só. O segurança da porta já tratou de explicar que o motorista havia saído há pouco para buscar o resto do plantel putanhístico do lugar. Resolvemos ficar e como somos ricos mandamos ver um combo de Black Label com energético (tá ligado que nesses lugares essa porra chega a custar uns mil reais né?! Pois é, foda-se, com nossos salários combinados de mais de 50 mil reais a gente nem se preocupa com essas porra). As duas putas logo viram e já se aproximaram pensando na nossa grana. Desconversamos, afinal de contas a gente não ia pegar as primeiras putas da noite, não é mesmo?!
A noite se seguiu e mais putas chegaram, fiquei em dúvida entre duas ou três, talvez quatro, tinham poucas, mas ao menos rolava de meter a piroca em alguém. Resolvi chamar duas pra mesa. A que sentou do meu lado não tinha o menor jeito de puta, óculos, cabelos escuros, magrinha, toda diferente, como eu me amarro fiquei lá de papo, pra completar ela era gente boa pra caralho. Já a que eu escolhi pro Away mandei mal, a típica puta retardada, silicone nos peitos, na bunda, nas pernas, lipoaspiração em toda extensão do corpo e cabeça de bacalhau, a mina era chata pra caralho, só que a gente tava tão louco de álcool e tóxicos que nem tivemos a sacada de que quem mandava na porra éramos nós e era só mandar a puta cascar fora. Não fizemos e ela ainda arrancou um show de strip da gente (pago é claro). A noite se seguiu e o chamado do submundo foi ficando cada vez mais forte. Away exausto pegou o beco e chamou um über e eu, bem, eu fiquei para presenciar coisas muito loucas...

A mina que tava comigo chamou uma amiga loira, com cara de paraíba e sotaque do Goiás, mas com um corpo simplesmente incrível (era uma das que eu tinha ficado em dúvida antes), e pra completar a mina era incrivelmente gente boa também. Ela se sentou a mesa e ficamos de conversa fiada tentando matar a porra da garrafa de whisky sendo que já estávamos todos completamente transtornados. A puta ligou pra um amigo taxista pra trazer mais entorpecentes e ele demorou pra caralho e eu só pensando em meter a piroca nas duas, claro que não ia fazer isso, mas a ideia não saía da minha cabeça. Quanto mais o filha da puta demorava mais bêbado eu ficava e maior era a chance de uma broxada homérica. Resolvi pagar a conta e saímos. Lá fora a puta que o Away tinha dispensado tava transtornada, chegou gritando pra cima da minha e eu imaginei que ia rolar o fight. A que tava comigo começou a provocar, afinal de contas ela ia sair comigo, o único ser vivo do sexo masculino num raio de uns 300km disposto a pagar por uma mulher naquela hora. Me senti uma zebra num safari africano, cercado de leoas loucas para abater a presa, e não conseguia parar de rir da situação. O circo se armou e quanto mais a louca gritava mais a galera ria, até a polícia chegou no lugar. Quando eu vi um policial com spray de pimenta na mão logo pensei, vai dar merda nessa porra, e o viado do taxista nada de chegar e eu pensando na broxada e no spray na cara.

A tensão não diminuía e o taxista não chegava, nessa entramos no meu carro, eu, a puta que eu tinha escolhido e a amiga gostosa dela enquanto a outra gritava feito louca e era derrubada no chão pelo segurança de forma ridícula. E eu olhando para os policiais e pensando "esses fela da puta vão me deixar sair assim, completamente bêbado e louco?". Pois é, deixaram e fomos pro motel. Chegando lá entrei no quarto com as duas e disfarçava não ficar olhando pro corpo da amiga gostosa enquanto o taxista, um sujeito com cara de louco, chegou com o delivery. Pensei em convidar logo a amiga pra ficar lá com a gente, sabia que não comeria ninguém devido ao meu estado, mas não falei nada e o taxista a levou embora.

Depois disso ainda fiquei de conversa com a minha puta escolhida por uma hora antes de ficar acabado a ponto de não conseguir quase me mexer, fomos embora e o taxista a estava esperando do lado de fora. Fui pra casa e durante o dia devo ter dormido umas 2 ou 3 horas no total. Não satisfeito que não havia completado a profecia tríplice (álcool, drogas e puta) liguei pra ela e combinamos. De noite, ainda sob o efeito dos energéticos fomos ao motel completar a missão. Ela estava toda gostosinha de vestidinho colado. Conversamos mais uma caralhada de tempo (ela é gente boa de verdade) até que eu não me segurei mais e já dei aquele agarro. Ficamos nos amassando um tempo e pensei "vou chupar essa puta e deixar ela doidinha", não deu outra, caí de boca e quando dava aquelas espiadas ela estava me olhando com cara de safada, ficou toda molhada. Pagou um boquete mínimo e começamos o fuk-fuk. Foi uma meteção que começou devagar e ficou insana por volta de 100-120 bpm. A puta gemia e se contorcia e eu pensava que a atuação estava muito convincente, digna de um Globo de Ouro, não aguentei mais e mandei a galera para morte por sufocamento na borracha gozando fartamente e deixando as pernas bambas. Ela ainda ficou gemendo e fazendo movimentos pélvicos por mais uns 2 a 3 minutos e o bilau lá, durão, achei que conseguiria mandar duas na sequência, me sentindo o Metal, mas não quis, a profecia já estava concretizada, a tríade já havia sido alcançada, nada mais me restava a fazer a não ser deixá-la em casa e ir para casa relaxar. Mas foi difícil da puta me deixar, ficou me alisando e aí começou a dizer que meu corpo era muito bonito e tals... ainda bem que ela tinha que ir pro puteiro trabalhar (foi exigência do chefe depois de ter demitido a outra puta louca, olha que viagem, a puta sendo demitida do puteiro, só faltava correr atrás dos direitos e dar entrada no seguro desemprego, há!).

Cheguei em casa para relaxar e foi isso que fiz, não sem antes bater uma bronha em homenagem a amiga da puta e imaginar que eu tô velho demais para fazer essas coisas, então, só faço de novo em um ano ou mais.... mas até lá, com certeza, o chamado das trevas do submundo acontecerá novamente, e este guerreiro que vos fala estará lá para atende-lo...

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