sexta-feira, 26 de maio de 2017

Sexta Anal: Casamento e a vontade de comer geral

Levante a mão o homem que consegue comer a mesma mulher todos os dias durante 5 anos e não sente vontade de sair pirocando todo mundo que aparece pela frente e eu te direi que este sujeito é um santo. Mas, acredito que tal sujeito não existe. Está na biologia, na fisiologia, no DNA, entranhado em todos os seres do sexo masculino que gostam de bunda. É aquela velha história de lei da natureza, onde o macho predador precisa disseminar seu sêmen em todo óvulo fértil que encontrar pela frente, e comer a mesma mulher todo santo dia não é uma boa maneira de se disseminar e propagar seus genes, não é mesmo?

O mais foda ainda é quando a relação tá em crise e a patroa fica zurando sexo e se vitimizando por qualquer que seja a merda. Nesse ponto é difícil ser homem, porque a gente não quer ficar conversando sobre soluções para problemas que só existem no mundo das ideias feminino. A gente quer mesmo é encher a cara e ganhar um boquete. Será que é muito difícil de entender isso?

A verdade é que os sexos não se entendem, apesar de homem ser algo super simples, naquela lógica do problema. Há problema com solução, então você não tem problema. Há problema sem solução, então você também não tem problema, melhor encher a cara. E por aí vai...

E quando vai chegando o final de semana e o pau vai latejando, simplesmente dá vontade de sair arregaçando, metendo a piroca em toda bunda minimamente gostosa que se vê pela frente. Mas aí vem o dilema masculino (que é bem diferente do feminino "money x dick" já tão debatido neste blog), o dilema de comer geral (e as vezes ficar na seca por conta disso), utilizando-se de todo tipo de artifício para esse fim (putas, tinder, casas de massagem, etc.) versus permanecer casado com a vida tranquila (estar casado traz uma certa paz a cabeça do homem, ele não precisa se preocupar com comer geral, só com tomar sua cerveja, assistir seu futebol, bimbar a patroa e curtir a vida).

Nesse momento estou no dilema. Sei que se cair fora vou acabar com minha grana em duas semanas de tanta quenga que vou pegar e se eu ficar vou ter que aturar a xaropação típica feminina (e infindável), em troca de ter dinheiro e uma certa paz de espírito que numa sexta a noite posso simplesmente chegar em casa, tirar os sapatos e assistir um filme sem ter que ficar paranóico porque preciso comer alguém. Se a patroa chegasse na alta e pagasse um boquete, o problema tava resolvido, pena que ela anda tão adversa e faz um tempo que não faz mais isso... enquanto isso permaneço no dilema...

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